A exposição “Carnaúba: a árvore da vida” em Fortaleza, Brasil

Celebrando a Carnaúba: a SC Johnson patrocina exposições educacionais sobre a carnaubeira no Brasil

Em 1930, a SC Johnson foi a primeira empresa a financiar pesquisas científicas sobre a origem da cera de carnaúba. Agora, uma exposição celebra o impacto.
 
Confira a exposição “Carnaúba: a árvore da vida” em Fortaleza, Brasil, até outubro de 2018.
Por mais de 80 anos, a carnaúba e sua valiosa cera têm representado o estado do Ceará no Brasil. No entanto, para nós na SC Johnson, esta palmeira significa ainda mais. Ela é um testemunho do nosso compromisso com a preservação dos recursos naturais e um ingrediente essencial em nossa história de crescimento.

Em 2017, em uma parceria com o Museu da Indústria de Fortaleza, Brasil, com o SESI (Serviço Social da Indústria) e com a FIEC (Federação das Indústrias do Estado do Ceará), ficamos orgulhosos de ajudar a inaugurar uma exposição chamada “Carnaúba: a árvore da vida”. 
Exposição do museu em parceria com o Museu da Indústria, com o Serviço Social da Indústria e com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará
A exposição discute a história da carnaúba no Brasil, seus usos e impacto.
“Carnaúba: a árvore da vida” celebra nossa longa história com a palmeira de carnaúba e com Fortaleza, no Brasil. Ela começou quando nosso líder da terceira geração, H.F. Johnson, Jr., viajou para Fortaleza em 1935 procurando por uma reserva permanente de carnaúba wax. A cera era o principal ingrediente dos produtos da empresa naquela época.
 
Dois anos após a viagem, inauguramos uma fábrica no Brasil e nos tornamos a primeira empresa a refinar a cera de carnaúba. Também nos tornamos a primeira empresa fabricante no Brasil a financiar e a encorajar a pesquisa científica sobre a carnaubeira.
 
Na exposição, os convidados conhecem a história da carnaúba, sua industrialização e o papel único desempenhado pela nossa empresa para assegurar a sustentabilidade para as futuras gerações. 
A jornada do meu avô em 1935 marcou o início do relacionamento da nossa empresa com o Brasil, um forte vínculo que continua até hoje.
Fisk Johnson, Presidente do Conselho e CEO da SC Johnson
Após a expedição Carnaúba original em 1935, a SC Johnson inaugurou uma fábrica de processamento de cera de carnaúba em Fortaleza no ano de 1937. Nossa plantação no Ceará, inaugurada em 1938, serviu como um centro de pesquisas para o cultivo, a colheita e o refino da carnaúba, além de outras palmeiras cerosas. 
 
Posteriormente, a plantação de 160 hectares foi doada à Escola de Agronomia da Universidade do Ceará para o estudo contínuo das árvores. 
 
É uma honra que nosso papel em modernizar a extração da cera e o nosso investimento, pesquisa e aperfeiçoamento do processo estejam documentados nesta exposição do museu. Ela inclui um cenário interativo e explica o papel importante da carnaubeira para o habitat, para as normas socioculturais e para a economia da região. 
 
“Para nós, é uma grande honra firmar esta parceria com a SC Johnson”, declarou Luis Carlos Sabadia do Museu da Indústria de Fortaleza (SESI), sobre a inauguração da exposição. “A empresa tem sido uma líder ao ajudar na preservação de nossos recursos naturais há décadas, e patrocinar esta exposição demonstra seus laços profundos e o apoio contínuo à região.”
 
Nosso Presidente e CEO, Fisk Johnson, acrescentou “Temos o compromisso de proteger o meio ambiente e a sustentabilidade da carnaúba. Para nós, é um imenso orgulho patrocinar esta exposição para destacar a história, sua importância para a região e nosso legado duradouro no Brasil.” 
Exposição mostrando os produtos da Johnson Wax que contêm a carnaúba wax.
Ao longo dos anos, a cera de carnaúba tem sido usada em produtos de sucesso da SC Johnson e vendidos no mundo todo.
A SC Johnson atua no Brasil há mais de 80 anos. Temos operações comerciais com sede regional no Rio de Janeiro e uma fábrica em Manaus. Além disso, ajudamos a proteger o meio-ambiente e os recursos do Brasil há décadas. Por exemplo, nossa fábrica em Manaus alcançou o status de resíduo zero para aterros sanitários, um protocolo que estimava manter 91 toneladas de rejeitos fora dos aterros sanitários brasileiros a cada ano. 
 
Na década de 1990, também contribuímos para a proteção de duas reservas do bioma da caatinga brasileira. E, ao trabalharmos com a Conservação Internacional (CI), ajudamos a proteger mais de 40.000 hectares de terras, em sua grande maioria na região amazônica. Em outubro de 2017, compartilhamos nosso apoio à CI no maior projeto de reflorestamento tropical do mundo. Ele vai recuperar quase 30.000 hectares da Amazônia brasileira. 

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